Por Anna Frota Janeiro foi anteontem, passou maio e já estamos em agosto. Não importa a idade ou a latitude onde se vive. Toda semana nos sentimos roubados em alguns dias. O tempo está acelerado. A ciência pode dar uma explicação para essa mudança de ritmo que pode não passar de uma mera sensação. Em 1952, W. O. Schumann, físico alemão constatou que a Terra é cercada por um poderoso campo eletromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, um pouco acima de nós. Esse campo possui uma ressonância mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo – pulsação idêntica a todos os vertebrados e também de nosso cérebro. Por milhares de anos o ser humano pulsou junto com o coração da Terra. Mas a partir da década de 80, as pulsações pularam de 7,83 para 11 e 13 hertz por segundo. É como se o coração da Terra disparasse. Coincidência ou não, os desequilíbrios ecológicos se intensificaram. Segundo esta teoria, nosso velho dia de 24 horas possui na real apenas 16 horas. Mas foi o tempo que acelerou nosso ritmo ou nós que aceleramos o tempo? Na visão dos defensores do Sincronário de 13 luas, baseado no calendário Maia, a origem deste descompasso está na imperfeição da contagem do tempo imposto em 1582 pelo Papa Gregório e que leva o seu nome. Desde então o homem foi separado de sua ressonância natural e vivendo na ilusão de que tempo é dinheiro. Todos os sistemas atuais para calcular o tempo, estão baseados na proporção 12:60 (um ano de 12 meses e uma hora de 60 minutos). O que legitima o Calendário 13 Luas é o descobrimento da LEI DO TEMPO. O tempo e o espaço são duas coisas diferentes. A matemática do espaço não pode ser usada para medir o tempo; só a matemática do tempo pode cumprir esta função. O objetivo principal do Movimento Mundial de Paz e de Mudança Para o Calendário de 13 Luas é redirecionar a humanidade para a freqüência de tempo natural que é a freqüência 13:20, a qual é representada por 13 luas de 28 dias e 20 freqüências solares. No total são 364 dias por ano, mais um “dia-fora- do - tempo” , dia 25 de julho, o chamado “dia fora do tempo” e quando é comemorado o Dia Mundial da Cultura de Paz. Ele conserva a semana de 7 dias, com um total de 52 semanas por ano. Ele já é adotado individualmente por muitas pessoas no mundo inteiro. A imperfeição do nosso calendário também incomodou um cientista norte-americano Richard Conn Henry. Ele lidera outro movimento para implantação de uma contagem do tempo permanente. A cada período de 12 meses é idêntico ao seguinte. Janeiro, fevereiro, abril, maio, julho, agosto, outubro e novembro têm 30 dias. Março, junho, setembro e dezembro têm 31. Se um aniversário cai no sábado em um ano, cairá também no sábado no ano seguinte e em todos os outros. Natal e Ano-Novo seriam sempre aos domingos. Segundo se criador, ele faria a vida muito mais simples, permitiria um planejamento racional das atividades e traria benefícios econômicos. Enfim, seria a consolidação do tempo mecânico e do tédio... De tempos em tempos é preciso agir. Apesar de parecer subjetivo, o tempo é real e passa. Quando nos damos conta o ontem já foi faz tempo e o amanhã já se tornou hoje. Para saber mais: Calendário Maia - www.calendariodapaz.com.br Sincronário 13 Luas – www.13luas.art.br Calendário permanente - http://henry.pha.jhu.edu/calendar.html A sincronia, para ocorrer, deve passar por uma convergência entre o propósito espiritual e o propósito individual. Assim, se o meu propósito estiver em sincronia deverá ter implicações em vários níveis: na minha vida pessoal, na mente e imaginário coletivo e no mundo. É urgente que a humanidade volte a conectar-se com o entorno natural, para restabelecer-se a si mesma e restabelecer a ordem natural alterada. Culturas primitivas como a cultura Maia, nos legaram sistemas de calendários que seguem o ritmo cíclico natural e orientam o homem para que ele possa recuperar a sua ressonância. A vivência da comunhão com a ordem cíclica natural, nos leva a recuperar as faculdades perdidas, a viver em paz e harmonia interior, em saúde e crescimento, de acordo com o plano da inteligência universal. Contrariando sistematicamente a sua própria natureza, o homem se submerge em um estado de incerteza e de violência interior que se projeta em seu ambiente externo. O medo, a insegurança, o temor, as preocupações de sobrevivência e o egoísmo se apoderam da sua psiquê. Aparece a guerra como a única alternativa de paz. Produz armas cada vez mais sofisticadas e poderosas. Faz-se necessário decretar um basta a tudo isto, para dar um espaço ao diálogo de paz. O problema da ordem econômica que afeta a todos nós, tem a sua origem indiscutível na imposição do sistema Gregoriano: ninguém tem tempo nem dinheiro suficiente para viver. O calendário gregoriano de 12 meses, esconde em seu interior, um ciclo completo de 28 dias. Veja a ilustração no gráfico que segue, a qual demonstra claramente o modo como foi escondida uma lua inteira na distribuição dos 12 meses O descobrimento da Lei do Tempo afeta cada pessoa no planeta, de três formas: 1- Expõem o erro na percepção humana que tem sido institucionalizado em uma estrutura de civilização global. 2- Apresenta um novo standard científico do tempo, o calendário de 13 luas, para substituir o atual calendário gregoriano de 12 meses. 3- Estabelece as bases para uma nova ciência e uma nova etapa da civilização humana, a Ciência do Tempo e o advento de uma genuína Cultura de Paz sobre a Terra. MUDE A SUA MENTE, MUDE O SEU CALENDÁRIO! O seu apoio neste processo de reforma é de grande importância. Você é um agente de mudanças e pode ajudar muito. Informe-se mais sobre o tema dos Calendários e a importância do Tempo (como afeta a sua vida, a sociedade, etc).leia os artigos relacionados nos links do site... Realize qualquer ação criativa e pacífica para o restabelecimento do calendário natural. A mudança do calendário é o instrumento da liberação universal! SE VOCÊ É ... ...ateu ou um materialista científico, então o Calendário de 13 Luas é puro sentido comum e razão, comparado com o calendário gregoriano. ...uma feminista, então o Calendário de 13 Luas é a regularização do seu ritmo biológico e seu direito largamente ocultado pelo calendário gregoriano. ...pagão ou adorador da natureza, então, o Calendário de 13 Luas leva você novamente aos ritmos naturais do universo, largamente distorcidos e torcidos pelo calendário gregoriano. ...arco-íris, hip-hop, anarquista punk, então o Calendário de 13 Luas é o seu bilhete para deter a civilização gregoriana institucionalizada e patriarcal. ... um Iraqui, Irani, Shiita, Muçulmano Sunna do Paquistão, Indonésia ou Timbuktú, então o Calendário de 13 Luas é o caminho para que alcance a justiça histórica largamente postergada pelo poder do Vaticano e seu calendário. ..é cristão de qualquer religião, que espera a segunda vinda, então, o Calendário de 13 Luas é a sua garantia, porque representa o Apocalipse da antiga ordem mantida pelo calendário gregoriano. ...Hindu, Muçulmano, Budista ou Judeu de qualquer ordem, então o Calendário de 13 Luas está de acordo com a dispensa divina de retidão, e é a Porta que leva ao Paraíso, merecido por ter se livrado do calendário gregoriano. Mas seja o que você for, homem de negócios japonês, zulú sul-africano, bósnio, sérvio, amazonense, maia, mapuche, chinês, francês, desperte também! Unam-se e sacudam-se do pesadelo medieval do tempo gregoriano que muito em breve não existirá mais. Desperte já! Toma o seu tempo para fazer a sua escolha e entrar em outro tempo: o tempo de Paz, como um ser humano digno! Utilize e use o Calendário de 13 Luas de 28 dias. Divulgue esta campanha aos seus amigos, vizinhos, autoridades locais e meios de comunicação. IN LAK ESH, eu sou um outro você...
Esta proporção foi tomada dos 360° do círculo e não da rotação da Terra ao redor do Sol, já que um ano terrestre é composto por 13 meses (ou luas) de 28 dias, que são os que se sucedem durante o ano solar. O calendário gregoriano de 12 meses distribui o décimo terceiro mês (a lunação) nos onze dos doze meses, escondendo entre eles uma lua. Regidos por um calendário mecânico, vivemos então numa freqüência artificial. Isto nos tem levado a um desequilíbrio cada vez maior em relação à natureza e a um processo de destruição paulatina da biosfera.
A verdade da sensação de que não sobra tempo para nada é que não dominamos o nosso tempo. E não nos dominamos “dentro” do tempo. Simplesmente deixamos que o tempo tome conta de nossas vidas, nos afastando do que realmente é importante. Vivemos o tempo passado e ansiamos o futuro. E estar presente no tempo é meditar. E tempo não é dinheiro, é Arte!